quinta-feira, 21 de julho de 2011

dormir pra quê, se tudo isso é uma ilusão? quando não é mais necessário fechar os olhos, para mergulhar numa realidade mágica e alternativa, dormir pode ser descartável. o tempo como nós o conhecemos, não existe. a realidade, como nós a vemos, não passa da nossa percepção humanóide falha do que está, ou não, ao nosso redor. sonho lúcido.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Socorro.

Não estou com a mínima vontade de ter responsabilidades. Só quero comer, beber, dançar, ler, escrever e beber mais um pouco.
Eu sei, todo mundo nesse universo também não quer responsabilidades, e só quer curtir. Sei que não sou a única, mas isso está me consumindo cada vez mais, e não sei se a minha força de vontade, se o meu "ser responsável" está inclinado a deixar isso para trás, e ter uma vida de responsabilidades sem tempo, uma vida comum, normal.
Minha vontade é de jogar tudo pro alto, e fazer o que eu quiser, quando eu quiser, e do jeito que eu quiser. E, falando assim, e pensando também, eu vejo como eu sou uma pessoa egoísta e egocêntrica, coisa que, quando eu era mais nova, jamais pensei que eu fosse, mas que na verdade, eu sempre fui.
21 anos, e só agora começo a me conhecer melhor.
Não sei os motivos disso, e tenho até medo de descobri-los.

Egocêntrica que sou, minha única alternativa é me animar e tentar ser uma das melhores alunas da sala, uma das melhores em tudo o que faço, assim, meu ego é massageado e eu me sinto bem em continuar com uma situação que, apesar de me tomar o tempo e regrar minha vida, também me exalta.
O problema, agora, é a vontade.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Happiness is a warm gun.

"When I hold you in my arms
And I feel my finger on your trigger
I know nobody can do me no harm
Because happiness is a warm gun"

And I'm feeling happy, right now. :)
(for the bad, or for the good, but who knows?!)

segunda-feira, 4 de abril de 2011

É.

E isso meu, de ficar enjoada de rotinas que nunca passam ou mudam?
Eu adoro estudar, mas odeio ter que ir, obrigatoriamente, à uma faculdade, pra fazer isso.
Ninguém sabe o quão torturante isso é, pra mim.
Não sei, devo ter algum problema com isso.
Eu gosto de sair de casa, mas só quando eu tenho vontade, quando eu quero sair. Não quando eu preciso pra ganhar uma nota, ou fazer algum trabalho, ou até mesmo ir ao mercado, ou comprar um pão a pedido de alguém.
Não sei, podem chamar isso de irresponsabilidade e talvez seja, mesmo.
Só sei que, tem dias que eu acordo com vontade de conhecer o mundo, estudar e descobrir coisas novas! E tem outros que eu só tenho vontade de ficar sozinha no meu quarto, com a janela fechada, no escuro, fazendo nada e tentando não existir.
Talvez eu seja egoísta, egocêntrica, mimada e infantil.
E, se eu for, eu não ligo. Sou assim e ponto.
Sei que sou a "ovelha negra" da família. Sou aquela que quebra as regras, mesmo sendo mais correta do que qualquer um dentro desse círculo.
No final, todos são um bando de hipócritas, e claro que eu estou no meio disso, assim como todo bom ser humano há de estar. Mas pelo menos não digo que penso x, quando na verdade penso y, e faço w, como a maioria faz.
Eu estou cansada dessas regras sociais, estou cansada de tudo ser tão bonitinho.
Não quero cumprir horários, não quero ser obrigada a deixar 12 números, e a posição de um ponteiro, controlar a minha vida.
Quando digo que não gosto de ser social, que não gosto de conviver em sociedade, e até mesmo dentro dela, eu não digo brincando, ou só pra querer parecer mais alguma coisa x. Eu falo sério.
De vez em quando, nem viver eu quero!
Mas que droga.

terça-feira, 29 de março de 2011

2011.

É, acho que virou uma espécie de rotina atualizar isso aqui anualmente.
O que, de certa forma, é muito bom, afinal, como eu havia dito no post do ano passado, isso vira uma espécie de blog sigiloso underground. (e isso não faz diferença nenhuma, mas falar assim deixa tudo muito mais bonito. LOL)


O que eu tenho a dizer sobre a vida, o universo e tudo o mais?
Acho que eu poderia escrever um livro! (um dia, quem sabe, hm?!)
Mãs, resumidamente, é o seguinte:


1) Sobre a vida
É tudo muito óbvio, quando falamos sobre a vida. Tudo muito simples. E acho que essa simplicidade tão óbvia acaba se tornando uma das coisas mais complicadas, complexas mesmo, do Universo.
E eu me embriago cada vez mais nessa simplicidade complexa, simplificando e complicando tudo, assim como todo bom ser pensante desta terra. 
Não digo que, de vez em quando olho para trás tentando ver o caminho percorrido, que já distante, não é mais tão visível assim, ou que, nas pontas dos pés, me inclinando e contorcendo toda, não tento ver qual será a próxima rua, avenida ou estrada (tentativa totalmente falha, lógico).
Eu tenho essa mania de antecipar as coisas, ou de comparar com o que foi, é e poderá ser. É, eu tenho essa mania nada saudável, sofro por antecipação, sempre sofri, e isso não vai mudar agora. Mas, sonho também, e sou muito feliz, antecipadamente (o que, na maioria dos casos é muito ruim, também - ou não).
Não sei se tudo isso aqui está fazendo algum sentindo, mas eu realmente não me importo se não fizer, ou fizer, ou quase isso. Acho que isso se aplica ao que eu disse sobre coisas simples serem complicadas, e vice e versa.


2) Sobre o Universo
Se na vida é tudo muito óbvio, aqui, no Universo, é tudo muito relativo.
O que, obviamente, entra em contradição com a vida, que faz parte do Universo.
Talvez isso faça com que nós compliquemos ela, já que, em tese, ela é tão simples.
Talvez os aliens, que viajam pelo universo, se depararam com a Terra, e ao encontrarem nela vida (em todas as suas formas), viram como tudo é muito complicado, por causa da sua simplicidade, e se assustaram, voltando vez ou outra para ver se nós evoluímos e nos rendemos à relatividade universal, abraçando-a e descomplicando tudo que é simples.
Ou, talvez, nós tenhamos entrado em contato com os aliens, sendo assim, nós mesmos sendo eles em um outro planeta, e nos assustamos por eles viverem de forma simples e relativa, de acordo com a nossa simplicidade complicada, e fujimos deles, e agora eles nos visitam para tentar aprender alguma coisa (ou alguém).


3) E Tudo o Mais
No mais, estou muito bem (na maioria das vezes).
É lógico que eu, sendo essa mistura bizarra de otimismo com uma enorme predominância de pessimismo, e sonhos e realidade, e pensamentos flutuantes de manhã, que voltam a noite junto com várias xícaras de café, e não me deixam descansar plenamente (na maioria das vezes, mas não em todas elas), não vivo sorridente por aí, cantando na frente de todos (somente no meu quarto, ou no banheiro, ou na cozinha fazendo a janta), mas, é, eu gosto disso.
Gosto de me sentir bem, assim, e de me sentir mal, assim, também.
Acho que depois, quando a gente passa pela vida e pelo Universo, a gente aprende a valorizar um pouquinho mais o Tudo.